“Era o guia que faltava, dá uma nova ideia do que Lisboa é agora. Lisboa é uma cidade ‘startup’ e este livro vai ajudar-nos a ir mais longe”, afirmou Fernando Medina durante a apresentação do “Startup Guide Lisbon”, salientando que é “muito bom” que este guia seja um livro e não uma ‘app’ (aplicação para dispositivos móveis).

Na sua intervenção, Fernando Medina salientou o desafio que a cidade terá com “a oportunidade de novembro”, referindo-se à Web Summit, um dos maiores eventos internacionais de empreendedorismo, que decorrerá entre os dias 07 e 10 daquele mês na capital.

Nesta edição da Web Summit são aguardados mais de 50.000 participantes, de mais de 150 países, incluindo mais de 20.000 empresas, 7.000 presidentes executivos, 700 investidores e 2.000 jornalistas internacionais.

“É bom saber que este livro estará na mesa de pessoas que podem investir em Lisboa. Temos de fazer desta oportunidade um momento-chave de mudança”, afirmou.

O “Startup Guide Lisbon” é um livro prático dirigido a ‘startups’ e empreendedores, com dicas, ‘case studies’ (estudos de caso) e recomendações para quem está ou quer começar na área, dando destaque “às oportunidades emergentes e às histórias de uma das regiões mais empreendedoras da Europa em 2015”.

A mentora destes guias, a dinamarquesa Sissel Hansen, destacou a “magia de Lisboa”, uma cidade que “tem algo que Silicon Valley [no estado norte-americano da Califórnia] e Telavive [em Israel] não têm”: “Tem a boa comida, o bom tempo, o rio”, destacou.

“Somos uma cidade aberta. Todos são bem-vindos aqui”, disse Medina a reboque das declrações de Hansen.

O “gestor local e facilitador” do guia em Portugal, que contou com o apoio, além da Câmara de Lisboa, da SAP e da Microsoft, foi a empresa Beta-i. Ricardo Marvão, cofundador da empresa, afirmou que a ideia do livro é “dar a conhecer a cidade”.

“Este guia funciona como um convite à descoberta deste ecossistema, ao mesmo tempo que ajuda fundadores, ‘startups’, investidores, empresas e instituições a contar a sua história em relação ao que está aqui a acontecer”, disse.

As ‘startups’ são empresas ou negócios inovadores e em fase de arranque que, segundo os investidores, procuram modelos de negócios que sejam repetíveis e escaláveis.

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