Falando na apresentação das contas de 2017 do grupo da Maia, Paulo Azevedo disse que esta possibilidade vai agora começar a ser estudada, não estando ainda definidas nem as unidades do negócio do retalho poderão vir a ser cotadas, nem qual a percentagem de capital a dispersar em bolsa.

“Não podemos responder [a estas questões] porque não sabemos. Faz parte das regras deste processo dar nota ao mercado que se vai começar a estudar e nós vamos mesmo começar a estudar, vamos contratar os bancos. O que sabemos é que há interesse, é uma pergunta que recebemos com frequência de investidores, se poderiam estar expostos diretamente ao retalho, agora que nós somos cada vez mais diversificados”, afirmou.

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