O serviço, a ser lançado na segunda metade deste ano no Reino Unido, terá sobretudo arquivo de programas da BBC e a ITV, assim como novos projetos desenhados especificamente para a plataforma.

A BritBox, lançada em 2017, chega ao Reino Unido depois de já ter 500.000 subscritores nos Estados Unidos e Canadá.

Segundo o diretor geral da BBC, Tony Hall, os estudos mostram que os consumidores estão disponíveis para acrescentar mais uma subscrição às que detêm atualmente, como a Netflix, a Amazon Prime e a Sky.

Carolyn McCall, diretora executiva da ITV, considera que o serviço que a BritBox oferece é "complementar à Netflix, porque têm coisas muito diferentes", e salienta que enquanto a programação da plataforma de streaming norte-americana é pensada para um público global, a oferta da BritBox estará focada na audiência britânica.

É de referir, todavia, que tanto a ITV como a BBC já oferecem um conjunto limitado de programas via streaming através do iPlayer e do ITV Hub, respetivamente.

É expectável que outros meios se juntem posteriormente à plataforma, sabendo-se já que o Channel 4 esteve envolvido nas negociações, escreve o The Guardian.

Ainda não há detalhes sobre os preços que serão praticados, ficando apenas a promessa de serem competitivos. Atualmente, a Netflix tem um preço base que ronda os 5,99 libras (cerca de 7 euros) no Reino Unido.

A decisão de lançar este serviço de streaming no Reino Unido tem lugar depois de uma iniciativa semelhante, chamada Project Kangoroo, ter sido foi chumbada pelo regulador do mercado por questões relacionadas com concorrência.

Desta vez, a posição do regulador, a Ofcom, é favorável, considerando que a BritBox potencia a colaboração entre emissoras britânicas para "manter a paz com os concorrentes globais, oferecendo conteúdo britânico de qualidade, disponível para os utilizadores verem quando e onde quiserem".

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