A regulamentação, publicada na sexta-feira pela Administração do Ciberespaço da China (CAC), entra em vigor a 01 de janeiro de 2020 e todas as infrações serão consideradas crime, indicou o organismo sem precisar as penas aplicáveis.

A nova regulamentação estipula que quer fornecedores quer utilizadores de serviços vídeo e áudio ‘online’ “não estão autorizados” a utilizar novas tecnologias como o ‘Deep learning’ (técnicas de aprendizagem profunda com base em inteligência artificial) ou a realidade virtual com o objetivo de criar, distribuir e difundir informações falsas.

As novas regras obrigam a que os conteúdos produzidos com base em inteligência artificial ou realidade virtual sejam acompanhados de avisos claros para os utilizadores sobre esse facto.

A legislação sublinha os perigos associados aos ‘deepfake’, conteúdos vídeo falsos, manipulados para parecerem reais.

Essas tecnologias podem “perturbar a ordem social e violar os interesses da população, criando riscos políticos e infligir impactos negativos à segurança nacional e à estabilidade social”, segundo a legislação.

As preocupações em relação aos ‘deepfakes’ aumentaram depois da campanha eleitoral para as presidenciais norte-americanas de 2016.

Newsletter

As notí­cias não escolhem hora, mas o seu tempo é precioso. O SAPO 24 leva ao seu email a informação que realmente importa comentada pelos nossos cronistas.

Notificações

Porque as noticias não escolhem hora e o seu tempo é precioso.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.