Para garantir que alcançam os objetivos, o presidente da Ford, Mark Fields, explicou que a empresa irá triplicar o investimento e duplicar a equipa de investigação, ao mesmo tempo que expande o seu departamento de automóveis autónomos em Silicon Valley. Segundo a Reuteurs, o investimento é de aproximadamente 125 milhões de euros, feita em parceria com os chineses da Baidu Inc., a injetar na Velodyne, uma empresa norte-americana de sensores de carros sem condutor.

Fields indicou que a intenção da Ford não passa por uma condução partilhada entre condutor e automóvel. O carro não terá pedais e volante, será completamente autónomo e funcionará à base de serviços de partilha de automóveis.

Ainda não se sabe quem serão os parceiros do projeto. Tratando-se de carros autónomos partilhados, empresas como a Uber ou a Lyft são possibilidades. Para Fields, todas as opções são possíveis. Até não escolher nenhum e prosseguir com serviços da própria empresa. A missão passa por ganhar o seu espaço no mercado, ainda que nesta altura não estejam limados todos os aspetos chave.

No início deste ano, a Ford já decidira investir numa empresa de Silicon Valley, especializada em mapeamento, a Civil Maps, para equipar o sistema dos seus carros autónomos.

A empresa espera ter 30 carros testes do modelo Fusion Hybrid prontos até final de 2016, pretendendo triplicar esse número no ano seguinte.

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