O jogo inglês que se tornou parte de todos nós

São tempos difíceis para os fãs de futebol. Os campeonatos pararam, as competições europeias suspensas, o Euro foi adiado para o próximo ano. 

Por isso, a série “The English Game” estreia na altura certa para quem quer ter algum futebol a dar na sua televisão. A história leva-nos a 1879, ano em que o futebol ainda era um desporto amador, jogado principalmente por uma classe elitista inglesa, vinda das principais universidades, que tentava a todo o custo proteger a “pureza” do jogo e impedir que este se espalhasse pelas classes operárias.

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Quando Darwen, uma equipa de uma fábrica do norte de Inglaterra, decide contratar dois jogadores escoceses - Fergus Suter e Jimmy Love - para vencer a FA Cup (a atual Taça de Inglaterra), revoluciona completamente a maneira como o futebol era visto por alguns membros da alta sociedade inglesa, nomeadamente Arthur Kinnaird, jogador dos Old Etonians (equipa que controlava o desporto) que, anos mais tarde, como Presidente da Federação Inglesa de Futebol, irá liderar a profissionalização e democratização do futebol para algo mais perto daquilo que conhecemos hoje.

  • Isto faz-me lembrar algo: qualquer semelhança com a série Downton Abbey não é coincidência, dado que o criador é precisamente o mesmo. Julian Fellowes aborda mais uma vez o tema da luta de classes, desta vez, através do futebol.
  • Que equipas vais reconhecer: o Blackburn Rovers, que está afastado da Premier League há algumas temporadas, e o Notts County que é o clube profissional mais antigo do mundo.
  • Onde ver: os seis episódios da série estão disponíveis na Netflix.

O que fazer se não houver festivais de verão?

Ainda estamos a alguns meses de distância, mas, com a evolução da pandemia do Covid-19, é provável grande parte dos festivais de música em Portugal possam ser adiados ou mesmo cancelados. Por isso, vou passar a sugerir semanalmente os meus concertos favoritos (disponíveis no YouTube) dos artistas que estão agendados para ocupar os palcos de norte a sul do país neste ano. Aqui vão os primeiros três:

  • Kendrick Lamar em Reading: Ainda sem novo álbum anunciado, se o concerto de Kung Fu Kenny no NOS Alive fosse parecido com este, teríamos todos um boa noite no dia 8 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.
  • Liam Gallagher em Manchester: o ex-vocalista dos Oasis, se tudo correr como queremos, virá pela primeira vez a solo a Portugal, no dia 21 de junho, no Rock in Rio. Se for algo como isto, estaremos bem.
  • Snow Patrol no Oxegen Festival: a banda escocesa perdeu algum gás na última década, mas este excerto que existe do seu concerto em 2009, faz-nos relembrar o que nos fez gostar deles. Será que os ouviremos no dia 17 de julho no Meo Marés Vivas?

Só mais uma coisa: A banda portuguesa Capitão Fausto lançou no seu canal de YouTube o documentário “Pontas Soltas” que conta um bocadinho do que foi a produção do álbum “Capitão Fausto Têm os Dias Contados”. Aparentemente, houve alguma ciência.

Somos fiéis a clássicos

Passamos de música para um filme com um toque musical. Há 20 anos, estávamos a poucos dias da estreia de High Fidelity (“Alta Fidelidade” em português) nos cinemas americanos (foi no dia 31 de março de 2000).

  • Porque é que interessa: Primeiro, porque tem John Cusack. Segundo, porque tem das melhores seleções musicais de algum filme que tenha visto. Terceiro, porque nos ensinou a fazer um top-5 para a maior parte das coisas.
  • Qual é a história, em três frases
  1. Rob Gordon é um homem nos seus trintas, dono de uma loja e editora de música, que acabou de se separar da sua namorada Laura. 
  2. Percebendo a sua falta de preparação para relações, Rob fala com as suas namoradas anteriores para compreender o que correu mal enquanto esteve com elas. 
  3. Entre vinis vendidos, conversas com as ex's e uma “mixtape” personalizada para Laura, Rob descobre o caminho para a felicidade.

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