Com 1.759 pedras preciosas encastradas numa base de ouro de 18 quilates, a peça saiu da Colômbia pela segunda vez – segundo o museu -, e vai estar patente em Lisboa, até 03 de setembro, seguindo depois para o Museu do Louvre, em Paris.

A Custódia da Igreja de Santo Inácio foi encomendada, em 1700, pela Companhia de Jesus, do então Novo Reino de Granada, a José Galez, que a criou entre 1700 e 1707, e é conhecida como “La Lechuga” (“A Alface”), devido ao verde intenso gerado pelas quase 1.500 esmeraldas.

As esmeraldas brilham ao lado de um topázio brasileiro, de pérolas de Curaçau e de ametistas da Índia, de diamantes africanos, rubis de Ceilão (atual Sri Lanka) e de uma safira do Reino de Sião, atual Tailândia.

A Custódia da Igreja de Santo Inácio de Bogotá saiu da Colômbia pela primeira e única vez em 2015, para ser exposta no Museu do Prado, em Madrid, coincidindo com a visita do chefe do Estado colombiano a Espanha.

Estava também prevista a vinda a Portugal do Presidente da República da Colômbia, Juan Manuel dos Santos, Nobel da Paz em 2016, que iria inaugurar a exposição, mas os incêndios com 64 vítimas mortais em Portugal levaram o Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, a cancelar toda a agenda.

Depois de Lisboa, a Custódia – adquirida aos Jesuítas pelo Banco da República da Colômbia – irá ser exposta no Museu do Louvre, em Paris, onde ficará de 19 de setembro a 03 de janeiro de 2018.

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