"Estimamos algo como cerca de 10 anos a partir do exemplo de situações, não iguais de incêndio, mas similares a esta", afirmou Marlova Jovchelovitch Noleto, representante no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

"Acreditamos que é um trabalho que será gradual, e que, em várias etapas, se poderá ir abrindo o museu novamente para visita por parte da população", acrescentou.

O Museu Nacional do Rio de Janeiro, destruído pelas chamas na noite de 2 de setembro, era o maior museu de história natural e antropológica da América Latina, com mais de 20 milhões de peças.

"Não existe neste momento nenhuma solução mágica que permita reconstruir o museu em alguns meses. Temos um longo trabalho de identificação dos escombros, o que são fragmentos de itens do museu", disse a chefe da Missão de Emergência da Unesco para a instituição, Cristina Menegazzi.

A missão da Unesco encontra-se no Brasil desde a semana passada.

As causas do incêndio continuam a ser investigadas pelas autoridades.

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