Mísia estreou “Giosefine” em agosto do 2016, no Complejo Teatral de Buenos Aires, e a peça foi distinguida com o Prémio Teatro del Mundo, pela Universidade de Buenos Aires, para Melhor Peça Estrangeira, desse ano.

“‘Giosefine’ é a história de um transexual que escreve uma carta à irmã, desde Casablanca, cidade onde as primeiras operações de mudança de sexo costumavam efetuar-se”, contou Mísia à agência Lusa.

“Sinto ‘Giosefine’ como um duplo salto mortal entre géneros. Da música ao teatro, de homem a mulher, tento explorar novas identidades artísticas e pessoais, investigando dentro de mim”, disse a artista.

“Saio da minha zona de conforto como intérprete musical, arriscando outros universos como faz a própria personagem de Giosefine”, rematou a criadora de “O manto da Rainha”.

Mísia, no papel de “Giosefine”, contracena com Joana Brandão, que desempenha o papel de “enfermeira”.

A peça é baseada no conto “Carta desde Casablanca”, do livro “O Jogo do Reverso”, de António Tabucchi (1943-2012).

O responsável pelo desenho de luzes é Pedro Leston, o maestro Fabrizio Romano, que tem acompanhado Mísia, é o director musical da peça, e acompanha-a ao piano. Os figurinos foram desenhados por Maria Gonzaga, e o vídeo é de Paulo Seabra.

Mísia estreou-se em teatro em 2013, no Centro da Malaposta, em Olival Basto, nos arredores de Lisboa, na peça “O Matadouro Invisível”, de Karin Serres, numa encenação de José Martins.

“Giosefine” esteve em cena, no ano passado, em abril, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra.

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