Depois de, em fevereiro de 2020, ainda ter decorrido em moldes tradicionais, escapando aos efeitos condicionantes do novo coronavírus, este ano o festival de Berlim acontece em dois momentos distintos, o primeiro dos quais esta semana com os vários protagonistas da indústria cinematográfica a encontrarem-se em modo virtual.

Até sexta-feira, estão previstas projeções de 780 filmes, entre os quais os da programação e competição oficiais, haverá ainda o mercado de coproduções, programas paralelos de financiamento, divulgação de novos talentos; tudo com a participação de mais de 470 empresas e entidades ligadas ao cinema e audiovisual.

Nesta 71.ª edição, a programação oficial conta com várias produções e coproduções portuguesas.

Na competição de curtas-metragens estão “Luz de Presença”, de Diogo Costa Amarante – realizador premiado com o Urso de Ouro em 2017 -, e “Nanu Tudor”, da moldava Olga Lucovnicova, com coprodução entre Portugal, Bélgica e Hungria.

Na secção Fórum está, em estreia mundial, o filme “No táxi do Jack”, entre documentário e ficção, de Susana Nobre. Já o filme “Rock Bottom Riser”, do realizador luso-americano Fern Silva, integra a competição Encontros.

No programa Fórum Expandido estão “Mudança”, do realizado luso-guineense Welket Bungué, “Night for day”, da artista visual britânica Emily Wardill, com coprodução luso-austríaca, e a produção portuguesa “13 ways of looking at a blackbird”, da brasileira Ana Vaz.

Na “Berlinale Talents”, um programa de formação, conversas e encontros, contará com os realizadores Paulo Carneiro e David Pinheiro Vicente e a ‘designer’ de som Inês Adriana. A eles juntam-se a realizadora canadiana Joelle Walinga e a produtora brasileira Janaina Bernardes, que trabalham com Portugal.

A segunda parte do festival, com a programação oficial a ser exibida em sala e com público, está marcada de 9 a 20 de junho.

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