Sam The Kid disse à agência Lusa que vai, pela primeira vez, apresentar o disco “Mechelas”, que lançou no final de 2018, com nomes do hip hop que participam no álbum: Bispo, Blasph, Bob da Rage Sense, Boss AC, Classe Crua, Daddy-o-Pop, Ferry, Francis Dale, GROGNation, Karlon Krioulo, Lancelot, Maze, a brasileira Muleca, Nameless, Phoenix RDC, Sir Scratch e Zuka.

O espetáculo, agendado para o primeiro dia do festival, pretende dar a conhecer a evolução de parte da história do hip hop nacional, à semelhança do que aconteceu em 2018 com o projeto da “História do Hip Hop Tuga”, lançada no Summer Fest.

No primeiro dia, passam também pelo palco principal o rapper norte-americano Young Thug, a dupla norte-americana de hip hop e r&b They e o português Kappa Jota, foi anunciado em conferência de imprensa.

O segundo dia está reservado aos Brockhampton, o novo grupo norte-americano de hip hop do momento, e os portugueses Holly Hood e GROGNation, que vai apresentar temas do novo álbum produzido por Sam The Kid.

Pela primeira vez em onze edições, o Festival Summer Fest abre também espaço à arte urbana (‘street art’), com Laro Lagosta e Oker a apresentarem os seus trabalhos no palco secundário, onde, durante os dois dias, atuam também Curadoria ForteNorte by Maze e os djs SlimCutz, E.A.R.L. da editora Monster Jinx,, Puro L, Torres, Noia, do grupo artístico XXIII, e Cálculo.

Na conferência de imprensa, Luís Montez, da organização, disse que espera esgotar, pelo terceiro ano consecutivo, os cerca de 30 mil bilhetes para o festival.

O passe para os dois dias está à venda por 40 euros ou por 50 euros, se incluir estadia no campismo.

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