De acordo com a denúncia citada pela agência EFE, a Amazon recusou-se a transmitir o último filme de Woody Allen, "A Rainy Day in New York", concluído há seis meses, devido a "uma acusação infundada (de assédio sexual) de há 25 anos".

Dylan Farrow, filha do cineasta, acusou o pai de abusos sexuais quando tinha 7 anos, alegações que Woody Allen negou repetidamente.

No processo aberto hoje contra a gigante de televisão pelo diretor de cinema, uma notícia avançada em primeira mão pela revista ‘Variety’, Allen também critica a Amazon por ter dado “vagas razões" para quebrar o cumprimento do acordo.

“A Amazon tentou justificar a sua ação referindo-se a uma acusação infundada de há 25 anos contra Allen, mas essa acusação já era bem conhecida pela Amazon, antes da Amazon chegar a acordo com Allen para quatro filmes", diz o texto dos advogados citado pela publicação.

Em 1992, a então parceira do cineasta, Mia Farrow, alegou durante o processo de separação, que Woody Allen tinha abusado de Dylan, filha adotiva de ambos.

No documento, os advogados de Allen argumentam que em janeiro de 2018, após o nascimento do movimento #MeToo, a Amazon propôs ao cineasta que a transmissão do filme fosse adiada até 2019, tendo Allen aceitado.

Além do valor relacionado com os pagamentos dos filmes, o cineasta exige uma indemnização por danos e o pagamento dos honorários dos advogados.

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