O presidente norte-americano tinha inicialmente vontade de assistir à cerimónia, mas será afinal representado pelo secretário de Estado adjunto, John Sullivan, a sua filha Ivanka e o marido desta, o conselheiro da Casa Branca Jared Kushner.

De acordo com um alto responsável norte-americano, o presidente dos Estados Unidos irá dirigir-se aos convidados através de uma mensagem de vídeo.

O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a transferência da embaixada instalada até agora em Telavive foram anunciados por Donald Trump a 06 de dezembro, em consonância com a sua promessa eleitoral, mas em rutura com décadas de consenso internacional.

Apesar da contestação da comunidade internacional e dos palestinianos, os Estados Unidos mantiveram a decisão.

Trump fez ainda coincidir o evento com a comemoração dos 70 anos do nascimento do Estado de Israel, proclamado em 14 de maio de 1948, na sequência do fim do mandato britânico na Palestina.

São esperadas “cerca de 800 pessoas”, incluindo uma forte delegação do congresso norte-americano, na inauguração da embaixada, provisoriamente instalada no local onde estava o consultado norte-americano, enquanto é aguardada a construção de um novo edifício.

Uma cerimónia “bilateral” americano-israelita, referiu o alto responsável norte-americano, minimizando assim as informações de que vários diplomatas de outros países que não reconhecem Jerusalém como capital maculariam a inauguração.