Este gabinete é da "responsabilidade articulada" do Serviço de Psicologia do Município de Vagos, do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar do Baixo Vouga e do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Vouga.

O presidente do município, Silvério Regalado, reconhece que os fogos que devastaram o concelho de Vagos deixaram "marcas físicas e emocionais nos seus habitantes", mas "lembra, a cada munícipe, que não está sozinho e que a ajuda do Gabinete de Crise está disponível para todos quantos sintam necessidade de suporte psicológico".

Para beneficiar do atendimento do Gabinete de Crise, os munícipes devem deslocar-se ao Centro de Saúde de Vagos, até 30 de abril (à exceção de dias feriados), nos seguintes horários: segunda-feira, das 12:00 às 14:00; terça-feira, das 10:00 às 12:00; quarta-feira, das 18:00 às 20:00 e quinta-feira, das 18:00 às 19:30.

"A maioria das pessoas recupera após uma tragédia, como um incêndio, recorrendo aos seus recursos internos, aproveitando as suas próprias forças e o suporte da família, dos amigos, dos vizinhos e da sua comunidade em geral. A maior parte das pessoas gradualmente reconstrói as suas vidas e recupera novamente o sentimento de bem-estar. No entanto, algumas pessoas acabam por desenvolver um problema psicológico ou sintomas de mal-estar psicológico. É importante reconhecer a diferença entre uma reação normal a uma situação stressante e potencialmente traumatizante e os sinais que indicam que devem procurar ajuda", explica a autarquia.

O incêndio de outubro não provocou vítimas mortais em Vagos, mas causou mais de dez milhões de euros de prejuízos, tendo destruído mais de uma dezena de habitações e unidades industriais e pecuárias.

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