O tribunal distrital de Malmo (sul da Suécia) considerou “óbvio que a equipa agiu por razões puramente humanitárias”, mas que a forma como atuaram corresponde a tráfico de pessoas.

O jornalista Fredrik Onnevall, um operador de câmara e um intérprete estavam a fazer um documentário sobre a crise migratória quando conheceram um menor sírio desacompanhado que queria ir para a Suécia, tendo decidido ajudá-lo a lá chegar e documentar a viagem do rapaz.

Onnevall admitiu em tribunal saber que os documentos do rapaz eram falsos e ter pagado o aluguer de um automóvel.

Na Suécia, o rapaz, atualmente com 17 anos, obteve asilo permanente.

“Não me arrependo da decisão que tomámos, fiz o que devia como pessoa e estou satisfeito. Não penso muito na pena, mas é infeliz e surpreendente que o tribunal chegue a esta conclusão”, disse Onnevall, acrescentando que vai recorrer.

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