O governo central de Espanha contestou o referendo que o presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, quer realizar em setembro, argumentando com a ilegalidade do ato.

Mas a batalha prossegue com a Assembleia Nacional da Catalunha, a principal associação em defesa da independência, a tentar chegar aos mais difíceis de convencer.

Os separatistas da Catalunha tentaram durante anos, em vão, obter a aprovação do governo espanhol para um referendo pela independência, à semelhança do que aconteceu na Escócia em 2014.

Nas eleições regionais de setembro de 2015, a lista vencedora – que tinha como programa eleitoral a independência da região – teve 48% dos votos, mas no antigo núcleo industrial de Sant Feliu de Llobregat, no subúrbio de Barcelona, o número baixou para os 32%.

E foi justamente aí que os separatistas iniciaram a campanha.

“Estamos convencidos de que obteremos essa maioria graças à informação e reflexão, não pelo lado sentimental”, disse o presidente do Assembleia Nacional da Catalunha, Jordi Sánchez, à AFP.

O objetivo é convencer os eleitores que os catalães serão mais ricos, terão melhores serviços sociais e serviços e menos corrupção se foram autónomos.

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