Mais de 8.200 mesas de voto em todo o país começaram a permitir que as pessoas entrassem às 07:00 (04:00 em Lisboa) e fecharão as suas portas às 18:99 para que os votos sejam contados.

As eleições antecipadas foram convocadas em resposta às exigências de centenas de milhares de iraquianos que encenaram uma onda de protestos em outubro de 2019 para exigir mais serviços e o fim da corrupção endémica do Iraque.

Estas manifestações, que resultaram em mais de 600 mortes, segundo números oficiais, levaram à queda do anterior Governo do primeiro-ministro Adel Abdelmahdi, que emergiu das eleições de 2018.

A principal novidade destas eleições são os cartões eleitorais biométricos, uma tecnologia que, segundo as autoridades, garante que os eleitores só podem votar uma vez e evitar fraudes, uma prática que tem estado muito presente nas eleições passadas.

Para garantir a “integridade” destas eleições, haverá também vários observadores eleitorais: mais de 46.000 observadores locais e mais de 600 observadores internacionais, incluindo os da ONU e da União Europeia (UE), e mais de 200.000 procuradores partidários.

Os iraquianos no estrangeiro não terão oportunidade de votar nestas eleições, devido à introdução de cartões biométricos e à incapacidade de enviar observadores para missões internacionais devido à pandemia do coronavírus.

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