No final de janeiro, o PCP questionou o Ministério da Economia sobre o eventual encerramento da Electro-Arco, localizada em Palmela, Setúbal, detida pela multinacional Lincoln Electric, que no fim do ano passado manifestou a intenção de iniciar um processo de despedimento coletivo.

Em resposta ao PCP, o Ministério da Economia adianta que "muitos dos trabalhadores" da Eletro-Arco, com sede no Pinhal Novo, Setúbal, fundada em Lisboa em 1937 e que produz elétrodos para o mercado nacional e internacional, "receberam uma carta, em novembro de 2017, endereçada pela Lincoln Eletric e através da qual esta manifestou a intenção de pôr fim ao ciclo de produção da unidade fabril integrada da referida multinacional, sita na Venda do Alcaide, concelho de Palmela".

Posteriormente, voltou "a ser recebida pelos trabalhadores nova carta em dezembro último onde foi reiterada a intenção de encerramento da fábrica", prossegue o ministério, em resposta ao PCP.

"Temos ainda conhecimento de que a ACT está a acompanhar um processo de despedimento coletivo na empresa em questão", adianta.

"O Ministério da Economia continuará a acompanhar o processo através do IAPMEI, tendo em vista garantir que todos os direitos dos trabalhadores sejam salvaguardados", conclui o ministério tutelado por Manuel Caldeira Cabral.

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