“O movimento aeroportuário satisfaz e há perspetiva para um mês de agosto de crescimento acentuado. De julho para agosto vamos passar de 60 frequências semanais para 140”, afirmou Eduardo Jesus à agência Lusa.

Para o governante madeirense, a situação evidencia que “a retoma se está a fazer lenta, mas de uma forma consolidada”, sendo este “o grande objetivo” do executivo, coligação PSD/CDS, liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque.

“Sim, a retoma já aconteceu, está a acontecer”, sublinhou.

Em termos da nacionalidade dos visitante, há “portugueses e muitos estrangeiros, acima de tudo oriundos de vários países europeus, apesar de terem chegado à Madeira cidadãos dos Estados Unidos”.

As companhias aéreas retomaram a linha da Madeira, numa primeira fase, com um número menor de frequências, mas há perspetivas de crescimento das ligações já para o mês de agosto, com a TAP, a easyjet, a Transavia, a Binter, a Sata, a Edelweiss Air, a Jet Air Fly, a Tui Fly, a Jet.2 - que “é grande novidade para o início do mês de agosto” -, a Smartwings, a Lufthansa ou a Bristish Airways.

“É uma variedade bastante grande de companhias que já conhecem o destino e que nos unem a países e origens importantes”, realçou.

O governante destacou, nesta retoma, as ligações da Madeira com Lisboa e Porto, Paris, Amesterdão, Ponta Delgada - que faz a ligação também com os Estados Unidos -, Canárias, Bruxelas, Zurique, Frankfurt, Dusseldorf, Londres, Praga e vários áreas britânicas, como Manchester, Glasgow, Leeds, Edimburgo e East Midlands.

Esta programação, acrescentou, visa “retomar ligações, a retomar frequências, a continuar com parcerias antiga, no sentido de manter essas companhias, apoiá-las e fazer com que esta retoma vá ganhando cada vez mais fôlego”.

O objetivo é que a operação se possa “traduzir num maior número de pessoas a visitar a Região Autónoma da Madeira”.

Eduardo Jesus destacou “as diligências que foram feitas e negociações em curso para fomentar a vinda de turistas com os operadores turísticos”, através da Associação de Promoção da Madeira (APM), num “papel muito ativo com reuniões e encontros permanentes com operadores, companhias aéreas”.

“A APM tem estado perto de todas as oportunidades que se perspetivam para a Madeira, onde também se fechou uma grande operação para o Porto Santo com os quatro maiores operadores nacionais”, referiu.

Nesta ilha, em 20 de julho teve início “uma operação importante” que envolve os operadores nacionais (a Abreu, a Sonhando, a Solferias e a Soltropicos) e dura até 21 de setembro, envolvendo cerca de 3.300 passageiros.

“Além de outras operações que estamos a apoiar e cativar para o Porto Santo, esta é grande operação que se conseguiu fechar numa batalha continuada no tempo, que mostrou empenho e vontade de todos”, afirmou.

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