A investigação está a ser feita pela agência da União Europeia em conjunto com a Administração da Aviação Federal (FAA, na sigla inglesa) dos Estados Unidos e com os fabricantes do Boeing 737-8 MAX.

A AESA emitiu um breve comunicado no qual assegura que está a monitorizar a investigação sobre as causas da queda do voo ET302 da Ethiopian Airlines e que publicará qualquer novidade no seu site.

As equipas de resgate encontraram hoje a caixa preta do avião que caiu no domingo pouco depois de descolar de Adis Abeba, capital da Etiópia, com destino a Nairóbi, capital do Quénia, informou a companhia aérea etíope.

“O registo digital de voo (DFDR) e o registo de voz da cabine (CVR) do (voo) ET302 foram recuperados”, indicou a Ethiopian Airlines no seu último comunicado.

O avião partiu de Adis Abeba com destino a Nairobi, tendo caído poucos minutos depois numa zona chamada Hejeri, perto da cidade de Bishoftu, a 42 quilómetros a sudeste da capital da Etiópia.

As causas do acidente ainda não são conhecidas, mas este é o segundo acidente envolvendo um Boeing 737 MAX. O primeiro ocorreu ao largo da costa da Indonésia, em circunstâncias semelhantes, em 29 de outubro, e resultou também na morte de todos os ocupantes.

Apesar de não serem conhecidas ainda as causas do acidente, a Ethiopian Airlines anunciou ter imobilizado todos os seus Boeing 737 MAX.

Também as autoridades de aviação da China, Mongólia e da Indonésia anunciaram a suspensão de todos os voos com aparelhos Boeing 737-8 MAX.

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