"O Governo continuará a sua implementação de forma decidida dando, assim, resposta a várias das preocupações expressas pelas instituições internacionais, para aumentar o crescimento potencial da economia e consolidar os progressos alcançados no setor financeiro, no mercado de trabalho, no equilíbrio das contas externas e das contas públicas, garantindo a sustentabilidade presente e futura dos serviços públicos", afirma o Ministério das Finanças.

O ministério tutelado por Mário Centeno reagia assim às conclusões da oitava missão de acompanhamento da Comissão Europeia e do BCE, onde as instituições europeias insistiram que Portugal deve aproveitar as condições favoráveis para avançar com reformas estruturais, reforçar o ajustamento estrutural e criar 'almofadas' financeiras, numa altura em que os riscos externos começam a ser mais evidentes.

"Os desafios elencados pelas instituições estão, na sua essência, alinhados com o diagnóstico e as medidas que constam do Programa Nacional de Reformas", considera o ministério.

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