“Desde o primeiro dia desta brutal guerra, os nossos dois países têm dado um apoio inabalável à Ucrânia… estamos, chanceler, totalmente alinhados: continuaremos a fazê-lo, apoiaremos a Ucrânia até ao fim deste conflito”, disse a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, acrescentou que “a Rússia deve pôr fim a esta guerra e retirar as suas tropas imediatamente”.

“A política russa de terror através de bombas contra infraestruturas civis na Ucrânia tem de acabar”, sublinhou o chefe do Governo alemão.

Olaf Scholz indicou que a Alemanha e a França estão a trabalhar para ajudar a Ucrânia a “reconstruir as suas infraestruturas energéticas”, parcialmente destruídas.

Enfrentando já temperaturas próximas de zero, quase metade dos residentes de Kiev continuavam sem eletricidade hoje, dois dias depois dos ataques russos terem voltado a visar infraestruturas críticas.

A estratégia de Moscovo de bombardear instalações energéticas, seguida desde outubro num cenário de recuos militares, constitui “crime de guerra” para os aliados ocidentais da Ucrânia e foi qualificada como um “crime contra a humanidade” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

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