O próprio Scholz e a líder designada do SPD, Andrea Nahles, deram a conhecer a lista dos seis ministros acordada nas negociações para a constituição do novo Executivo de coligação na Alemanha, dos quais os Negócios Estrangeiros e a Justiça são os de maior peso político.

A União Democrata Cristã (CDU) terá seis ministérios, os mesmos que o SPD, ao passo que a União Social-Cristã, da Baviera, terá três.

O mais recente Governo de Merkel terá, assim, sete mulheres e nove homens, com uma média de idades de 51 anos.

Tanto a CDU de Merkel como o SPD respeitaram a paridade de género nas suas listas, ao passo que os três nomes indicados pelo partido da Baviera são homens.

Entre os seis ministérios que correspondem à CDU, apenas dois serão ocupados por políticos com experiência ministerial: Ursula von der Leyen, na Defesa, e Peter Altmaier, que passa de ministro da Presidência para a Economia.

Os restantes são novas entradas no Governo, entre eles um destacado crítico da política de Merkel e que é o representante da ala mais à direita da CDU, Jens Spahn, que ocupará o Ministério da Saúde.

Entre os três ministros da CSU, o destaque vai para o Interior, que será ocupado pelo até agora líder da formação bávara e primeiro-ministro regional, Horst Seehofer, de acordo com a contabilização feita pela agência de notícias espanhola Efe.

O novo Governo será empossado na quarta-feira.

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