As cidades onde as manifestações irão acontecer são Chaves, Viana do Castelo, Paços de Ferreira, Viseu, Coimbra, Lisboa, Estremoz e Ponta Delgada.

“A organização pretende relembrar a necessidade de garantir que todos os direitos humanos são salvaguardados e assegurar o cumprimento do direito internacional humanitário, priorizando a segurança e vidas civis”, explica a AI-Portugal em comunicado.

“A invasão da Rússia à Ucrânia tem sido pautada por ataques indiscriminados a áreas civis e ataques a infraestruturas protegidas, como hospitais, o que pode constituir-se como um crime de guerra, colocando a vida de milhares de civis em risco”, alerta a organização, sublinhando que “é urgente o respeito pelas vidas e direitos humanos”.

Por isso, a AI-Portugal resolveu mostrar “por todo o país”, que está atenta e comprometida com “a paz e a proteção dos direitos humanos”, explicou o diretor executivo da organização, Pedro Neto.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram cerca de 200 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de meio milhão de refugiados.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

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