"As 0h05 de hoje (hora local), o Azerbaijão bombardeou com artilharia e armas de grosso calibre postos militares arménios", informou o Ministério da Defesa da Armênia, acrescentando que também foram utilizados drones no ataque.

O Ministério da Defesa do Azerbaijão acusou a Armênia de "atos subversivos em larga escala" perto da fronteira, acrescentando que as suas posições militares foram atacadas. "Há baixas entre os soldados (do Azerbaijão)", acrescentou, sem referir números.

O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, pediu o fim do confronto e garantiu que os Estados Unidos estão "profundamente preocupados" com a situação.

"Como já deixamos claro, a solução não passa pelo conflito militar", declarou Blinken em comunicado. "Pedimos o fim imediato de qualquer hostilidade militar".

Relatos de tiroteios são frequentes na fronteira desde que a guerra entre os dois países em torno da disputada região de Nagorno-Karabakh terminou, em 2020. Duas guerras foram travadas: uma na década de 1990 e outra em 2020, em torno de Nagorno-Karabakh, enclave do Azerbaijão com população arménia.

As seis semanas de combates em 2020 deixaram mais de 6.500 mortos e terminaram com um cessar-fogo mediado pela Rússia. Com o acordo, a Armênia cedeu partes do território que controlou durante décadas, e Moscovo enviou cerca de 2.000 soldados para supervisionar a frágil trégua.

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