O  ataque fez um morto, dois feridos graves e dois feridos ligeiros, indicou a policia francesa no Twitter. A imprensa francesa, nomeadamente o jornal Le Parisien, começou por avançar, erradamente, que o atacante teria morto duas pessoas e ferido oito.

O ataque ocorreu em pleno centro da capital francesa, perto da Ópera, num bairro de bares, restaurantes e teatros muito frequentado ao sábado à noite.

De acordo com a rádio Europe 1, o agressor, cuja identidade se desconhece ainda, gritou “Allah Akbar” (“Alá é grande”) ao esfaquear os transeuntes, antes de ser duas vezes baleado por um agente policial.

O ministro do Interior, Gérard Collomb, saudou “o sangue frio” e a “reação” das forças que “neutralizaram” o indivíduo.

“Os meus primeiros pensamentos vão para as vítimas deste ato atroz”, acrescentou o ministro, numa mensagem divulgada na rede social Twitter, sem precisar se se tratou de um ataque ‘jihadista’.

O ministro do Interior, Gérard Collomb, já escreveu no twitter: "saúdo o sangue frio e a capacidade de resposta das forças policiais que neutralizaram o agressor".

Este ataque ocorre numa altura em a França vive em permanente alerta terrorista, tendo o último ataque, em 23 de março em Carcassonne e em Trèbes (sul), elevado para 245 o número de vítimas mortas em atentados em solo francês desde 2015.

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