Hoje, em Nariño, no sudoeste do país, um "novo massacre" deixou "pelo menos seis pessoas mortas" e duas "desaparecidas", segundo o governador da região, Jhon Rojas. As mortes seguiram um padrão semelhante, com um grupo armado a irromper e a abrir fogo numa área isolada ou a levar as vítimas, na sua maioria homens jovens, e a deixar os seus corpos para trás.

Os ataques marcam um dos mais elevados índices de violência desde a assinatura do acordo de paz entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), em 2016. O Presidente colombiano, Iván Duque, deve participar numa reunião com as autoridades do sudoeste do país para discutir o aumento da violência financiada por traficantes de droga.

As Nações Unidas (ONU), que definem como “massacre” a morte de três ou mais pessoas ao mesmo tempo pelo mesmo perpetrador ou grupo de perpetradores, registaram até agora 33 massacres na Colômbia em 2020, sobretudo em zonas do país com “uma presença limitada do Estado” e sob a ameaça constante de grupos armados.

De acordo com a ONU, os grupos criminosos serão responsáveis por 78% destes assassinatos, com 80% das mortes a terem lugar em regiões nas quais se encontram “enclaves ilegais de produção de cocaína”.

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