O programa permite que mais de 16 mil pessoas de todo o país, incluindo da Madeira e dos Açores, possam adquirir a medicação a custo zero.

Segundo o jornal, o programa tem hoje 16 vezes mais beneficiários do que no ano de estreia, em 2016, e registou um aumento de cerca de 50% de julho de 2019 para este ano.

Maria de Belém Roseira, embaixadora da Dignitude, explica ao JN que a referenciação de beneficiários é feita pelos parceiros locais, que avaliam a carência com base do conhecimento no terreno e documentos (incluindo a declaração de IRS do ano anterior).

Por isso, à semelhança do que aconteceu com os incêndios de Pedrógão Grande, a associação criou um fundo de emergência exclusivamente para ajudar pessoas que perderam o emprego ou sofreram um corte no salário devido à pandemia — que não se enquadravam nos requisitos para entrarem no programa.

Como funciona?

O Programa abem - Rede Solidária do Medicamento é o primeiro programa da Associação Dignitude e pretende dar resposta aos problemas de acesso a medicamentos, garantindo que todos os portugueses podem comprar os medicamentos comparticipados que lhes são prescritos.

O programa comparticipa medicamentos prescritos pelo Sistema Nacional de Saúde (SNS), pagando a percentagem que o Estado não paga.

Cada beneficiário do programa recebe um cartão que lhe permite aceder de forma gratuita, nas farmácias aderentes, aos medicamentos prescritos através de receita médica e comparticipados pelo SNS.

A Associação Dignitude nasceu em 2015 e é uma instituição particular de solidariedade social que tem por missão o desenvolvimento de programas solidários de impacto social, que promovam a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses.

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