Os exercícios, chamados Falcon Strike 2022, vão decorrer até finais de agosto com o objetivo de “aumentar a amizade e entendimento mútuos” das forças aéreas e reforçar a cooperação entre os dois países, referiu em comunicado o Ministério da Defesa chinês.

As autoridades chinesas especificaram que os exercícios, que deixaram de ser realizados nos últimos anos devido à pandemia, consistirão em treino para “abastecimento aéreo, ataques a alvos terrestres e envio de tropas em pequena e grande escala”.

A Tailândia, que como outros países da região tenta manter um equilíbrio diplomático entre Pequim e Washington, aprovou a compra de submarinos e veículos de combate chineses, mas as operações estão suspensas devido à pandemia e outros obstáculos.

Os exercícios conjuntos da China e Tailândia ocorrem após a tensão causada pela recente visita a Taiwan da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, uma presença contestada por Pequim, que iniciou depois manobras militares nas imediações do território.

Hoje, foi anunciado que uma outra delegação com membros do Congresso norte-americano chegou a Taiwan para uma visita.

EO // ROC

Lusa/fim

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