O balanço anterior divulgado pelo Conselho Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Catástrofes era de 137 mortos, 28 desaparecidos e oito feridos.

A tempestade, que atingiu o arquipélago do Sudeste Asiático em 10 e 11 de abril, afetou mais de 1,9 milhões de pessoas, segundo o mesmo organismo, citado pela agência espanhola EFE.

A ilha mais atingida foi a de Leyte (centro), onde deslizamentos de terras enterraram várias aldeias, especialmente Baybay e Abuyog.

As equipas de socorro continuam as buscas nas zonas mais atingidas, mas já com pouca esperança de encontrar sobreviventes.

As autoridades registaram 580 cheias repentinas e 89 deslizamentos de terras, que inutilizaram nove pontes e 69 troços de estrada e danificaram quase 10.000 casas.

A tempestade também provocou prejuízos na agricultura avaliados em mais de 242 milhões de pesos (4,3 milhões de euros).

A Megi, apelidada de Agaton nas Filipinas, é a primeira grande tempestade a atingir o país este ano.

A tempestade, que atingiu o país maioritariamente católico antes das férias da Páscoa, surpreendeu as autoridades, que tinham declarado um alerta mínimo antes de ter entrado em terra.

As Filipinas são afetadas em média por 20 tufões por ano.

Em dezembro, o tufão Rai, o mais poderoso a atingir as Filipinas em 2021, matou pelo menos 409 pessoas, enquanto o Hayan causou cerca de 7.000 mortos em novembro de 2013.

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