“Em plena pandemia mortal e sem fronteiras, os Estados Unidos devem tomar medidas para oferecer a ajuda que pudermos às nações mais afetadas pelo novo coronavírus, incluindo o Irão”, disse Joe Biden, através de um comunicado citado pela agência France-Presse.

O candidato que quer ser o representante democrata contra o atual chefe de Estado norte-americano, o republicano Donald Trump, nas presidenciais de novembro acrescentou que a resposta internacional não pode estar refém de “um objetivo político”.

Joe Biden pediu, por isso, ao executivo de Trump para emitir “novas diretrizes sobre as sanções”, de modo a esclarecer as instituições financeiras e a comunidade internacional sobre como podem ajudar “sem medo de serem penalizadas”.

“Já existem exceções humanitárias às sanções” dos EUA, admitiu o candidato às primárias democratas, mas, “na prática, a maioria dos governos e organizações tem medo de violar as sanções norte-americanas”.

Biden pediu ainda a Teerão para libertar os norte-americanos detidos naquele país.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 190.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Os Estados Unidos já contabilizam 234.462 casos de infeção pelo SARS-CoV-2 e 5.607 mortes.

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