“As principais tendências na evolução da atual situação político-militar na área de responsabilidade da organização, tanto no mundo em geral como na região, devem ser analisadas”, afirmou Lukashenko na abertura da reunião.

O principal aliado do Kremlin na campanha militar contra a Ucrânia acrescentou que a segurança dos países da organização deve ser reforçada.

“É necessário encontrar novas soluções para reforçar a segurança dos nossos países”, disse apelando à união dos membros.

“A nossa organização continua a ser um elemento inalienável para garantir a segurança dos membros e da região euro-asiática, em conjunto”, sublinhou Lukashenko.

O líder bielorrusso dirigiu-se aos representantes dos outros Estados membros – Rússia, Cazaquistão, Quirguistão e Tajiquistão – mas não à Arménia, que decidiu ausentar-se devido às suas divergências em relação à organização.

O primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinian, recusou-se a assinar a declaração final da cimeira há um ano devido à passividade do bloco face aos ataques do Azerbaijão e, desde essa altura, tem tomado medidas para reforçar os laços com o “Ocidente”.

No entanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arménia negou hoje que a saída do país da CSTO ou o encerramento da base militar russa estejam a ser analisados.

Putin deslocou-se a Minsk hoje de manhã para discutir, segundo o Kremlin, “a melhoria do sistema de segurança coletiva, bem como questões regionais e internacionais atuais”.

Nas reuniões que antecederam a cimeira, foram assinados cerca de vinte documentos relativos às “esferas política e político-militar, bem como à contenção (…) das ameaças à segurança”, afirmou o Ministro da Defesa da Bielorrússia, Sergey Aleinik.

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