A peregrinação, 101 anos depois dos acontecimentos na Cova da Iria, é a primeira grande celebração do ano ao templo mariano e tem como tema “Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima”.

A escolha do prelado emérito de Hong Kong, o cardeal John Tong, para presidir às cerimónias religiosas, materializa a atenção que o santuário tem prestado à Ásia, cujo número de peregrinos tem aumentado todos os anos.

“Tínhamos de trazer um bispo asiático a Fátima”, pois este continente “é o eixo para onde o mundo cristão caminha”, afirmou o bispo de Leiria-Fátima, António Marto, por ocasião do 40.º encontro de hoteleiros de Fátima.

Em 2017, dos 9,4 milhões de peregrinos que estiveram no santuário, cerca de 32 mil eram provenientes do continente asiático.

As cerimónias no santuário começam habitualmente às 18:30, na Capelinha, e três horas mais tarde é recitado o terço, seguido da procissão das velas e missa.

A peregrinação internacional de 12 e 13 de maio termina no domingo com missa, bênção dos doentes e procissão do adeus.

Este ano a peregrinação tem, de novo, interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Até ao início da tarde de sexta-feira, o Departamento de Acolhimento de Peregrinos do Santuário de Fátima recebeu a inscrição de 148 grupos, num total de nove mil pessoas de 26 países dos cinco continentes.

Os grupos mais expressivos são de Portugal (66), seguindo-se Espanha, Itália e Polónia.

Do continente asiático estão inscritos dez grupos, da Coreia do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Vietname.

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