Descrevendo o ataque com mísseis como “o mais recente de uma série de atrocidades”, o chefe da diplomacia norte-americana escreveu no Twitter que os Estados Unidos iriam continuar a apoiar os seus aliados ucranianos e a responsabilizar “a Rússia, incluindo os responsáveis” pela guerra.

Pelo menos dez pessoas foram mortas e mais de 40 ficaram feridas num ataque a um centro comercial no centro da Ucrânia, o que, segundo o primeiro-ministro britânico, mostra a “crueldade e a barbárie” de Vladimir Putin.

“Dez mortos e mais de 40 pessoas que foram feridas. Esta a atual situação em Krementchuk devido ao ataque de míssil”, indicou Dmytro Lounine, à frente da administração da região de Poltava, advertindo que o balanço pode aumentar.

Em simultâneo, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, considerou num comunicado que o ataque demonstra a “crueldade e a barbárie” do Presidente russo, Vladimir Putin, e que apenas contribuirá para “reforçar a determinação” ocidental no apoio a Kiev.

“Putin deve compreender que o seu comportamento apenas reforçará a determinação do Reino Unido e de todos os outros países do G7 em apoiar a Ucrânia o tempo que for necessário”, acrescentou.

O ataque atingiu um centro comercial em Krementchuk, centro da Ucrânia, no segundo dia da cimeira das grandes potências económicas do G7 nos Alpes da Baviera, sul da Alemanha, um encontro em grande parte dominado pela guerra desencadeada pela Rússia.

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