Os fugitivos estavam no Centro de Progressão Penitenciária Prof. Noé de Azevedo, perto da cidade de Bauru, e terão escapado depois de uma briga causada por um desentendimento entre os presos e os funcionários da unidade.

Colchões foram queimados e o Corpo de Bombeiros local enviou viaturas para conter as chamas.

Há registo de danos em várias partes da prisão.

A Secretaria de Administração Penitenciária do estado de São Paulo informou que a situação já está controlada e que a polícia está a tentar recapturar os fugitivos.

Esta prisão brasileira tem capacidade para 1.124 reclusos, mas acolhia 1.427 presos no regime semiaberto, ou seja, podem sair da unidade para trabalhar durante o dia, mas têm de voltar à noite para dormir.

Desde o início do ano, uma série de tumultos fez pelo menos 130 presos mortos entre os reclusos de diferentes estabelecimentos prisionais de Amazonas, Roraima e Rio Grande do Norte.

Estas disputas juntam-se aos habituais problemas de excesso populacional nas prisões e das péssimas condições do sistema penitenciário do Brasil.

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