Desse total, 1.316 óbitos e 59.119 diagnósticos positivos foram contabilizados nas últimas 24 horas, segundo o último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde brasileiro.

Este é o terceiro dia consecutivo em que o Brasil soma mais de mil vítimas mortais.

A taxa de letalidade da covid-19 no país sul-americano mantém-se em 2,5% e a taxa de incidência subiu para 102 mortes e 4.139 casos por cada 100 mil habitantes.

São Paulo é o foco pandemia no país, com 1.670.754 casos positivos, seguido por Minas Gerais (668.216), Santa Catarina (552.310) e Bahia (553.770).

Por outro lado, os Estados com mais mortes são São Paulo (50.938), Rio de Janeiro (28.440), Minas Gerais (13.891) e Ceará (10.261), respetivamente.

No Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, 7.580.741 de pacientes já recuperaram da doença, enquanto que 902.480 infetados estão sob acompanhamento médico.

No momento em que os estoques de vacinas contra a covid-19 aproximam-se do fim no Brasil, o Governo da Índia autorizou a exportação de dois milhões de doses do imunizante AstraZeneca/Oxford produzidas no país, pelo Instituto Serum, que deverão chegar a território brasileiro na sexta-feira.

“Os Governos brasileiro e indiano concluíram os procedimentos para importação, pelo Brasil, de dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19. Os dois milhões de doses da AstraZeneca devem chegar ao Brasil nesta sexta-feira, no fim da tarde”, informou o Ministério das Relações Exteriores brasileiro, num comunicado enviado à agência Lusa.

“A carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos (São Paulo) e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da companhia aérea Azul para o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de janeiro”, concluiu o texto.

O uso de emergência do imunizante já foi aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador brasileiro), mas as doses ainda não tinham chegado ao país.

O Brasil, que aprovou também no domingo o uso de emergência da Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica da China Sinovac, iniciou imediatamente o seu Plano Nacional de Imunização com seis milhões de doses da fórmula chinesa.

No entanto, autoridades científicas do país alertaram que a vacinação corre o risco de ser paralisada devido à falta de matéria-prima proveniente da China, para a produção de mais doses da Coronavac, assim como pelo atraso na entrega de ingredientes da vacina de Oxford, produzida localmente pela Fiocruz.

Apesar de vários políticos atribuírem esses atrasos a problemas políticos e diplomáticos com a Índia e a China, o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, negou essa possibilidade e garantiu que a política externa brasileira “está excecional”.

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