“Do ponto de vista da relação futura é positivo que possa haver uma clarificação da posição do Reino Unido”, defendeu o governante, à margem de um encontro hoje em Lisboa para assinar o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor.

Pedro Siza Vieira disse ainda que “o governo português, por seu lado, é favorável a qualquer desenlace que possa tornar mais fácil e suave possível os termos da saída” do Reino Unido da União Europeia.

“O mais importante a dizer aos nossos cidadãos que residem no Reino Unido é que, independentemente da solução que for dada, de adiamento ou de saída imediata do Reino Unido da União Europeia, os direitos dos cidadãos estão a ser salvaguardados segundo as próprias declarações do governo britânico”, adiantou o governante.

O ministro da Economia reforçou a garantia: “Os cidadãos portugueses residentes no Reino Unido continuarão a residir e a manter os direitos que atualmente detêm”, concluiu.

O Parlamento britânico aprovou na quinta-feira uma moção do Governo da primeira-ministra, Theresa May, no sentido de pedir a Bruxelas um adiamento da saída do Reino Unido da União Europeia (‘Brexit’), marcado para 29 de março.

Os deputados britânicos apoiaram uma moção governamental nos termos da qual o Governo solicitará uma extensão do prazo previsto no Artigo 50 do Tratado de Lisboa até 30 de junho, se o Parlamento aprovar um acordo de ‘Brexit’ até 20 de março – véspera do Conselho Europeu em que os líderes da UE se pronunciarão sobre a matéria, que exige unanimidade -, ou por um período mais longo, caso não haja acordo.

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