“Esta é uma situação insustentável, que levou a que no dia de hoje as ligações fluviais fossem substituídas por ligações rodoviárias. O tempo que leva a travessia de um e de outro meio de transporte é totalmente diferente”, disse Joaquim Santos (PCP), presidente da Câmara Municipal do Seixal.

Segundo o autarca, as pessoas “pagam os seus passes mensais para utilizar o barco e não o autocarro”.

Joaquim Santos exige que o Governo “cumpra com o prometido”, considerando inaceitável que as populações continuem a ser prejudicadas.

“Apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho de 2017 o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”, acrescentou.

O autarca quer saber se a verba está a ser aplicada e o motivo que leva a que existam tantas avarias nas embarcações.

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