O chefe do Governo, que fez a acusação num discurso proferido durante uma cerimónia académica, retransmitida no seu perfil nas redes sociais, deu ao Governo de Vientiane até ao próximo dia 17, quinta-feira, para resolver o assunto pela via pacífica.

Hun Sen, que governa o Camboja de forma ininterrupta desde 1985, clarificou que não se trata de uma declaração de guerra, mas também afirmou estar disposto a combater se o Laos não retirar as tropas.

Segundo o primeiro-ministro cambojano, em abril, entraram no país três dezenas de militares do Laos, dos quais vários permanecem em território cambojano. Hun Sem não indicou, no entanto, a região fronteiriça onde se encontram estacionados.

Os governos de ambos os países têm mantido conversações para solucionar a situação, segundo o dirigente cambojano.

Camboja e Laos partilham uma fronteira de aproximadamente 400 quilómetros.

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