Barbara Weldens, de 35 anos, escritora de canções, colapsou em palco, na igreja de Goudron, onde atuava, no âmbito do Festival Léo Ferré.

A polícia está a investigar as circunstâncias da sua morte e recusou-se a fazer qualquer especulação, embora a BBC e o canal Europe 1 reportem que é provável que Weldens tenha sido eletrocutada.

A cantora, que estava a meio de uma digressão, tinha lançado em fevereiro o seu primeiro álbum, “Le grand H de l'homme”, e vencido vários prémios para novos talentos, nos últimos anos.

Entre as maiores influências de Barbara Weldens estava o cantor belga Jacques Brel, autor de "Ne me quitte pas" e "La valse à mille temps", tendo a artista conquistado o primeiro prémio no Concurso de Jovens Talentos 2016, do Festival Jacques Brel.

No ano passado foi igualmente distinguida com os prémios Revelação e Criatividade da Academia Charles Cros.

Barbara Weldens cresceu nos circos, como destaca a sua biografia 'online', onde aprendeu acrobacia e trapézio, com os seus pais.

Na adolescência, ouvia sobretudo as canções de Brel e de Barbara, que a inspiraram. Começou "secretamente a compor e a cantar", lê-se no seu sítio na internet.

No final de 2011, optou pela carreira musical, com Le Collectif TDP, com quem assumiu a direção do Théâtre de Pierres, em Fouzilhon.

O álbum de estreia, "Le grand H de l’homme", teve origem nas oficinas artísticas deste projeto, a que se associaram os músicos Marion Diaques e Barbara Hammadi, que passaram a acompanhar Barbara Weldens.

"Le grand H de l’homme" contou com arranjos de Cédric Riche, Christophe Boucher e de Barbara Hammadi.

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