A polícia indicou na rede social Twitter que “a colisão” ocorreu às 13:27 locais (18:27 de Lisboa), mas não precisou se se tratou de um ato deliberado ou de um acidente.

A “furgoneta branca” derrubou pessoas que passavam na rua Yonge, na esquina com a avenida Finch, no lado norte do centro da cidade de Toronto. A porta-voz da polícia, Meaghan Gray, disse que aparentemente a carrinha subiu o passeio.

A polícia de Toronto avançou que o atropelamento fez 10 mortos e 15 feridos. O condutor da viatura foi detido, tendo o suspeito sido identificado como Alek Minassian, de 25 anos, um indivíduo que não era conhecido das autoridades. As suas motivações são ainda desconhecidas.

As autoridades acreditam que se trata de um ato isolado e que não representa uma ameaça para a segurança nacional. No entanto, "as ações definitivamente parecem deliberadas", assumiu o chefe de polícia Mark Saunders, citado pela Reuters.

EPA/WARREN TODA

Após o atropelamento, o condutor abandonou o local e só parou o veículo a vários quarteirões de distância. O motorista foi detido sem disparos.

No Twitter, a polícia de Toronto afirma que a situação será averiguada nos próximos dias e alerta para constrangimentos nos acessos.

A televisão americana CBS publicou um vídeo que mostra o momento em que o presumível autor do atropelamento é detido pela polícia.

O ministro do Canadá, Justin Trudeu, já expressou condolências.

"O nosso pensamento está com todos aqueles que foram afetados pelo terrível incidente em Yonge Street e a Finch Avenue em Toronto. Obrigado a todos aqueles que estão a trabalhar na zona. Estamos a acompanhar a situação de perto”, escreveu no Twitter.

O atropelamento coincidiu com a realização hoje em Toronto da cimeira de ministros dos Negócios Estrangeiros do G7, em que se debaterá, entre outros assuntos, a adoção de medidas antiterroristas e contra o extremismo ‘jihadista’.

(Notícia atualizada às 7h33 de 24 de abril de 2018)

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