O despacho que autoriza a promoção de 1.514 militares indica que estas promoções dizem respeitos às vagas do ano de 2017, mas as despesas vão ser “suportadas integralmente pelos montantes disponibilizados à Guarda Nacional Republicana pelo Orçamento do Estado para 2019”.

O despacho, assinado pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e pela secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca, adianta que o comando-geral da GNR apresentou informação fundamentada que justifica a necessidade das promoções.

A GNR considera “imprescindível garantir o bom funcionamento da instituição através nomeadamente da promoção dos seus militares ao posto imediato, possibilitando o provimento dos lugares e cargos constantes da respetiva orgânica por militares com o posto que legalmente lhes corresponde, tendo em conta o nível de responsabilidade inerente às funções a exercer, atenta a especial relevância das competências que lhes estão atribuídas, assegurando-se assim a regularidade do seu exercício e o seu eficiente desempenho”.

O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), César Nogueira, disse à agência Lusa que estas promoções estavam em atraso há dois anos, correspondendo aos dois terços dos militares que não foram promovidos em 2017.

A promoção dos cerca de 1.500 militares era uma das reivindicações da APG, que exigem também o início das negociações com o Governo para que seja feita a contagem do tempo em que as carreiras estiveram congeladas, entre 2010 e 2017.

César Nogueira lembrou ainda que falta as promoções referentes a 2018.

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