Álvaro Ribeiro fez um ponto da situação do fogo, que deflagrou na zona de Vila Chã, na madrugada de domingo, e referiu que o combate mobiliza 162 veículos e 562 operacionais, entre bombeiros, GNR, INEM, Exército e da Força Especial de Bombeiros.

Segundo o mesmo responsável, durante as próximas horas vão chegar ao terreno mais quatro grupos de reforço de bombeiros e mais dois pelotões do Exército com um total de 40 militares.

“Estamos a fazer uma análise dos vários sectores e esperamos durante a noite, com este reforço de meios, ter todo o perímetro do incêndio com operacionais, de forma que possamos extinguir todo o perímetro”, salientou.

O objetivo aproveitar o reforço de meios e o arrefecimento da noite, no entanto, Álvaro Ribeiro, ressalvou que o vento forte e a secura da vegetação tem sido um “fator desfavorável” no combate ao fogo.

As chamas progridem em duas frentes, sendo a da parte virada ao rio Tua, na zona do Franzilhal e de Carlão, a que inspira mais preocupações. Com “menor atividade” está a lavrar a frente que avança para a zona de Vilar de Maçada.

“A maior preocupação é a parte virada ao rio Tua, que é onde estamos a aguardar oportunidade para aí fazer um ataque musculado”, salientou.

Durante a tarde verificaram-se várias reativações neste fogo, que afeta uma grande percentagem do concelho, aproximando-se de várias aldeias, de onde foi necessário retirar algumas pessoas, entre crianças, idosos e doentes, por precaução.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.