"De momento, a CNPD não tem o conhecimento completo do âmbito e consequências desta violação, quer porque a própria Impresa não consegue ainda dar todas as respostas necessárias, quer pela quantidade e complexidade da informação a analisar pela CNPD", adianta.

Nesta fase, a CNPD faz recomendações para que os clientes/assinantes dos diversos meios de comunicação social da Impresa possam proteger os seus dados pessoais e mitigar os eventuais riscos decorrentes do acesso por terceiros.

"Se as credenciais (utilizador e palavra-passe) de acesso aos meios de comunicação digital do grupo forem as usadas para acesso a outros 'sites' ou serviços, a alteração da palavra passe nestes outros 'sites' ou serviços", recomenda a CNPD.

Outra das recomendações é que "não se clique ou entre em qualquer 'link' remetido por 'email' ou SMS cuja origem seja desconhecida ou cujo conteúdo levante alguma suspeita".

É preciso ter "especial atenção aos movimentos das contas bancárias/cartões bancários associados aos pagamentos das assinaturas, uma vez que os dados relativos às contas/cartões podem ter sido afetados", adianta CNPD.

"Em função do andamento da averiguação, a CNPD atualizará a presente informação sempre que considere adequada a adoção de outras medidas para acautelar os direitos dos titulares dos dados afetados", concluiu.

Depois de mais dois dias em baixo, os 'sites' do Expresso e da SIC Notícias voltaram na quarta-feira a estar no 'ar' através de https://expresso.pt e https://sicnoticias.pt, os quais vão funcionar "de forma provisória", segundo a Impresa.

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