Segundo António Pita, o projeto, que deverá arrancar no início de 2019, “rompe” com o modelo de tipologia tradicional das casas existentes naquela vila do Alto Alentejo.

“As casas da unidade turística vão contar com uma cobertura vegetal no sentido ser reduzido o impacto na paisagem", explicou o autarca, indicando que o espaço onde vai surgir o novo complexo é sobranceiro ao Forte de São Roque, num terreno por cima de um olival.

António Pita destacou o potencial do Forte de São Roque, construído no século XVIII, que conta com um miradouro “estratégico” na zona antiga da vila.

De acordo com o autarca, a cobertura vegetal foi a solução encontrada para poder ser concretizado o projeto turístico, já analisado pela Direção Regional de Cultura do Alentejo.

A nova unidade turística prevê uma capacidade para 45 alojamentos, incluindo três suítes, tipologia 1, e estúdios.

Embora sem revelar o grupo empresarial que vai avançar com o investimento, António Pita disse acreditar que o projeto hoteleiro vai dar uma “resposta diferenciada” em termos de oferta aos turistas que visitam a vila.

O autarca considerou que, em simultâneo, a unidade vai “requalificar” uma zona do centro histórico que estava “desqualificada”.

“O Forte de São Roque é um sítio estratégico do ponto de vista turístico e vai permitir proporcionar em termos de hotelaria uma oferta muito direcionada para as famílias”, acrescentou.

Quanto à criação de emprego, o autarca mostrou-se igualmente satisfeito, pois disse acreditar que a concretização do projeto vai gerar “alguns” postos de trabalho.

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