Na sexta-feira, a Rússia distribuiu aos estados-membros do Conselho um projeto de resolução que será submetido a votação e que apela a um “cessar-fogo humanitário imediato, duradouro e totalmente respeitado” e a um acesso humanitário “sem entraves” à Faixa de Gaza.

O Brasil, que preside ao Conselho durante este mês, também apresentará um texto que condena “os odiosos ataques terroristas do Hamas”, de acordo com fontes diplomáticas.

O texto proposto por Moscovo “condena veementemente toda a violência e hostilidades contra civis e todos os atos de terrorismo”.

Contudo, pelo menos na versão que circulou até domingo, o projeto de resolução não designava o Hamas, enquanto os Estados Unidos insistem em que o Conselho de Segurança condene claramente os “hediondos atos terroristas” do movimento islamita palestiniano que lançou um ataque em 07 de outubro numa escala sem precedentes contra Israel.

Para ser adotada, uma resolução exige a aprovação de pelo menos nove dos 15 membros do Conselho, sem qualquer veto de um dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia, China).

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