“Estamos num momento crítico nas negociações. O programa da COP27 prevê que encerre dentro de 24 horas e as partes permanecem divididas numa série de questões importantes. Há claramente uma quebra de confiança entre o Norte e o Sul e entre as economias desenvolvidas e emergentes. Não é hora de apontar o dedo. O ‘jogo da culpa’ é uma receita para a destruição mútua garantida”, começou por dizer Guterres.

Nesse sentido, o secretário-geral lançou um apelo a “todas as partes”, para que enfrentem este momento, que classificou como o “maior desafio que a humanidade enfrenta”.

“Sabemos o que precisamos de fazer – e temos as ferramentas e os recursos para fazê-lo. (…) Primeiro, a maneira mais eficaz de reconstruir a confiança é encontrar um acordo ambicioso e fiável sobre perdas e danos e apoio financeiro aos países em desenvolvimento”, instou Guterres, advogando que o “tempo de falar sobre finanças de perdas e danos acabou”.

O ex-primeiro-ministro português lembrou que o mundo não pode continuar a negar justiça climática àqueles que menos contribuíram para essa crise e que acabam por ser os mais prejudicados.

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