Escusando-se a comentar a intervenção de Cavaco Silva na quarta-feira na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, na qual defendeu que, na zona euro, "a realidade acaba sempre por derrotar a ideologia" e os que, nos governos, querem realizar a revolução socialista "acabam por perder o pio ou fingem que piam", Costa apenas disse que faz parte há muitos anos de um partido “que sempre foi reformista e não iniciou nenhuma revolução”.

“É natural que alguém que durante tantos anos foi politico profissional tenha agora algumas saudades do palco, e é também natural que haja pessoas que tenham saudades do estilo presidencial que o professor Cavaco representou”, afirmou.

O primeiro-ministro, que falava aos jornalistas à margem da abertura da AgroSemana – Feira Agrícola do Norte, acrescentou que enquanto chefe do Governo “não é comentador político e não faz comentários a comentários”.

Costa sublinhou ainda que “não entendeu” as palavras de Cavaco Silva como criticas ao Governo.

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