Em comunicado, a DGRSP explica que a deteção destes casos positivos surgiu depois de terem sido testados os 280 reclusos da ala B do estabelecimento prisional, como consequência do registo de três que tinham testado positivo.

Os 280 reclusos foram testados em conformidade com o plano de contingência em vigor e em articulação com a saúde publica, tendo os resultados finais da testagem fixado em 19 o total de reclusos positivos à covid-19, que foram encaminhados para o hospital prisional.

Os demais reclusos da ala, que tiveram testes negativos, permanecem em quarentena profilática, com suspensão de atividades e sob vigilância clínica.

Os testes a estes reclusos, adianta, serão repetidos nos prazos definidos pela saúde pública.

O uso de máscara é obrigatório em todos os espaços comuns dos estabelecimentos prisionais.

Segundo a DGRSP, atualmente, do total de 20 mil pessoas (entre trabalhadores, reclusos e jovens internados em Centros Educativos) existem 21 casos ativos em reclusos (11.348 reclusos existentes das prisões portuguesas) e um caso de um trabalhador nos serviços centrais.

Do total de reclusos nos estabelecimentos prisionais a DGRSP refere que há 1.221 recuperados clinicamente.

Já no que se refere aos jovens internados em Centros Educativos, onde atualmente não existem casos de infeção, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais explica que há nove casos clinicamente recuperados.

Relativamente aos trabalhadores da DGRSP, 562 estão clinicamente recuperados.

“A DGRSP, em articulação com a saúde publica, continuará a desenvolver o trabalho de prevenção e de acompanhamento clínico que permitiu a resolução favorável dos casos anteriormente registados e prosseguirá com a campanha de vacinação da população reclusa que se prevê esteja concluída até ao final do presente mês de junho”, explica em direção-geral em comunicado.

Segundo o coordenador da ‘task force’ para o plano de vacinação contra a covid-19, mais de 80% dos reclusos já estão vacinados contra a covid-19,

“Tirando alguns reclusos que já foram infetados e recuperados e têm cumprido as regras, já temos 82% de reclusos [vacinados]”, disse o coordenador da ‘task force’ numa audição por videoconferência no parlamento a pedido do PSD realizada na quarta-feira.

Henrique Gouveia e Melo adiantou que há dois estabelecimentos prisionais “mais atrasados”, mas que estão a ser feitos esforços no sentido de os reclusos “serem rapidamente inoculados também”.

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