“A tendência do [ministro da Saúde, Marcelo] Queiroga, que é autoridade nesta questão, e tem conversado na Câmara de Deputados, parlamentares, também o Supremo (…) a ideia é que até o dia 31, é a ideia dele, passar de pandemia para endemia e vocês vão ficar livres da máscara em definitivo”, disse Bolsonaro na Bahia, onde cumpriu agenda.

Desde março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a covid-19 como uma pandemia.

Numa entrevista à TV Ponta Negra exibida também nesta quarta-feira, Bolsonaro defendeu a mudança de classificação da doença no país ao afirmar que “não se justifica mais todos esses cuidados no tocando ao vírus”.

“Todo mundo vê que praticamente acabou isso daí. Você vê no próprio Carnaval, nas praias, que o povo abandonou praticamente máscara e outros cuidados. Porque praticamente chegou ao fim”, acrescentou.

Nos dois anos que se passaram desde que a pandemia chegou ao país, Bolsonaro minimizou sua gravidade e liderou campanhas contra medidas de prevenção como o uso de máscara. O Presidente brasileiro também colocou em causa a eficácia das vacinas.

O Brasil é um dos países mais afetados pela covid-19 no mundo, com pelo menos 655.585 mortes e 29,4 milhões de casos.

Nas últimas semanas, após uma melhoria constante da situação, a maioria das cidades do país flexibilizou quase completamente as restrições e eliminou o uso obrigatório de máscara ao ar livre, medida que no Rio de Janeiro foi inclusive estendida a espaços fechados.

A covid-19 provocou pelo menos 6.011.769 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo um balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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